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Mostrando postagens de abril, 2025

Madredios

Madredios!  Mostrei os dentes, ofegante Parte pele, parte fuga A voz saía como um rosnado De cócoras, nua, encurralada A besta morde, a besta come A besta mata, a besta engole Regurgita nova era Aquela que agora é anjo, mulher e fera Com todo prazer! Madredios! A satisfação de ser natureza  Cavando o próprio buraco da terra  No âmago, nas entranhas e na selva "How much pain can you bear?"