Chegue logo pra ninar.
Quero seguir juntamente com o tempo E que o pó do vento me transforme E que eu vire o que a natureza me oferece Envelhecida, sabedoria, cantiga contida Antiga vencedora, vencida, ferida cutida, cumprida Assim, terei os risos mais sinceros... Até, enfim, retornar ao pó de onde vim Porque hoje meus pés firmes ao solo fértil Pulsam fortes ante a um fluxo vívido Mãe terra que alimenta o filho O filho preso ao cordão do umbigo E eu conectada alimentarei também Vangloriarei com meus cabelos esbranquiçados Assumirei o que devo ser É assim que deve ser... Naturalmente. Beatriz Giomarelli