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Mostrando postagens de julho, 2011

Sabe-se lá quem!

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"Se vira, tu não é quadrada. Pega mais uma trouxa pra ser tua empregada, já que o berro não te satisfaz... Pobre de ti, menina inocente. Nasceu no lixo, virou rainha e agora quer judiar de toda essa gente... Nem se lembra de mim, a amiga que te deu um barquinho de papel! Agora quer que eu sirva... Eu? Justo eu que nasci pra botar medo. Pode até convencer mais pra frente, só que eu vou ser canseira no teu lombo! E ai de ti, se eu pegar uma criança azeda! Afinal, o barquinho de papel ainda nos espera!". Beatriz G.

Democracia

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"O Último dia??(...) Ou o primeiro dia de muitos outros cheios de amor e união? Será que servimos de lição!? Não à Repressão! Sua Democracia deve estender ambas as mãos, pois ninguém tem o direito de interferir em seus ideais!"

Presente.

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Meu canto é o silêncio que te venera De olhos trêmulos com o sol que reverbera As temíveis cantigas que eu dançava na infância Nos teus olhos meu espelho me fez ser mais que uma dama E que o sono seja luz, quando em teu peito minha nuvem pousar Com  risos que viram libélulas mastigadas ao luar Como dois pontos de nós, com nós de amor e paixão Fazendo do pranto o canto mais doce aos olhos de quem já se foi Olhando partir que seja serena e vadia, a feição Um rosto temido, de amor remoído, partido em dois A cada presente que esteja contente o meu coração E que o teu, mesmo ausente, recolha as sementes do chão Plantar e colher,  trilhar em paz, sem mais, jamais, tanto faz Pois, aqui no aconchego, eu vivo o que temo Não viver nunca mais. Bea'G. (25.07.11)