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Mostrando postagens de fevereiro, 2011

Olá a todos! (;

Obrigada pela atenção e opinião de todos ! Gosto muito quando comentam a respeito de meus poemas e gostaria de pedir para que não parassem, pois isso me ajuda na construção de outros poemas. Mesmo se acharem o poema uma bosta, comentem: "Realmente esta uma bosta!", rsrsrsrs.  Por favor, não sintam vergonha em comentar.  Fiquem a vontade! ^^ Agradeço mais uma vez pelo apoio de voces! Em breve : "A Saga Cainites"

Célebre devaneio

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Amar é tão fácil... Assim como viver Amar é doloroso mas até a dor é fácil Quando se enche o peito de alma e coração Vesti meu seio com plantas Invisto em nudez infinita Cativando o grito do justo Diante do pálido sistema viril Hoje, passei horas olhando a lua Seu semblante me enfeitiça, me deixa a desejar Que o amor me reencontre Para que eu me entregue sem me entregar Então as coisas se encaixam, se completam E de alguma forma Sem porque nem comoção Tudo esta como deveria estar Ironia, és tão bela quanto imersa És minha, encravada em pele e osso Hostil como a ferida velha que ainda sangra                                      Salvador Dalí E me cansa por querer gritar Feiches de ouro tão finito e pasmo Me trancam  em mim Eu, sou, meu, tu, ele, nós, vós ' uma ova ' Eles que se curvem perante nossa voz .B'Gio.