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Mostrando postagens de fevereiro, 2024

Disforme

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Nada mais sou que uma alma cansada e sedenta por humanidade A deformidade interna sempre foi precoce  Mas percorro as estradas da vida com rastros de cor e luz  Sinto alívio nas têmporas  Um alívio imperceptível por ser inigualável Ao mesmo tempo ausente e enfadonha  O peso do vazio faz tanto vácuo que me sinto pressionada  Como se todos os meus órgãos quisessem expurgar Essa sensação, um cansaço de tentar manter tudo do lado de dentro Ou pelo menos por perto  Perto de quem sou em essência Soltem essas xícaras!  Corram livres e nuas pelas florestas densas e frias Gritem, loucas de desprazer e ausências As louças não podem assemelharem qualquer construção caótica Muito menos as cadeiras da mesa de jantar O maior exemplo de como ser exclusivamente solitária  Tendo missões de amar em desordens emocionais É incoerente ao tipo de alma que selvagem cede à natureza bela e rica em mistérios sombrios O Deus e a Deusa e todas as demais dualidades Onde me ca...