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Mostrando postagens de abril, 2011

Serafim

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Quanta vontade, quanto tempo... Sorriso ameno, sereno Agora sem mais farsas Agora posso sorrir... Enfim, calma e apaixonada Visto a camiseta larga e no espelho acho graça Nada de pirraças ou magoas Meu complemento e mantimento Meu colo, aconchego perfeito Meu ídolo, meu vício, meu amigo Meu pensar, meu sorrir, meu sonhar Minha espada e cruz, serafim Posso agora te chamar assim? A dor se cala e a tarde simplesmente passa Dia incomum, sem medo ou raiva Posso te abraçar, beijar e amar E na Lua estampar sua imagem para admirar B'Gio
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"Se o mundo te cobra é porque você não o aceita.    É preciso aceitá-lo para que ele aceite você   'Bonito!'   Que sejamos do fundo poço de luz o que teu orgulho conduz?   De salgado já basta o mar...   Que sejamos neutros para desvendar sabores   Para que aprendas a gostar de desgostos".              B'Giomarelli.
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"S e o medo da solidão se afastasse e eu tivesse o direito de obter tudo que almejo, declararia a inércia de meus desejos para que não me levassem novamente a solidão".   Beatriz Giomarelli

Algo mais?

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Cansada de franzir o cenho e ser tomada Cansada de fechar os olhos para a claridade intensa Cansada de soprar o vento contra a janela Cansada de sempre ser uma espera Cansada de fingir ser real e legal Cansada de forjar amores iludidos improváveis Cansada de desenhar um sorriso no lugar de caixões  Cansada de alertar solidão Cansada de gritar sem som algum Cansada de não chegar a lugar nenhum Cansada de batalhar em vão  Cansada de aceitar sem ganha-pão Cansada de servir sem reconhecimento Cansada de ser tela, canteiro ou cimento Cansada de mentir e nem saber Cansada de sentir sem receber Cansada de clamar sem pudor Cansada de sentir tanta dor Cansada de pensar e me perder Cansada de não ser aceita e desobedecer Cansada de mim, ele e você Cansada de nós, eu e ele, ele e você Cansada de tapinhas e positividade Cansada de priorizar e não obter imunidade Cansada de acasos e descasos Cansada de revoltas e conformismos Cansada de furtos, roubos, matança e...

Hoje

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Quero você nos meus braços Quero acolher suas mágoas Me tornar seu refúgio Bem longe da dor e da solidão. Quem dirá que um espelho se quebrou? Quem dirá que nenhum sopro deixou? Quem dirá que o amor se acabou? Quem dirá que o sonho acabou? Você é a fonte de amor Você é a águia esbelta e forte Teu inspirador partiu E agora, lá do céu, ele olha por você Sorri com suas vitórias Sorri com seus passos Sorri com suas lembraças Sorri por seu carinho. Não se preocupe, coração O mar é bento quando a alma é sã Seu estímulo parte de sua confiança O tempo é amigo quando as feridas doem A dor é cruel A falta é nefasta Mas, amanhã doerá menos que hoje E todas as noites, inspire esta esperança. A esperança de que o Sol sempre nascerá A esperança de que a dor decrescerá A esperança de que bons frutos comerá A esperança de que irei sempre te amar. Eu mais que acredito, Simplesmente sinto... Beatriz Giomarelli (13/01/2010)

Cainites - Parte II

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Ben Fey se apaixona por Josette. A cidade adormecia, enquanto Ben Fey, do ponto mais alto de um arranha-céu, observava a tranquilidade da noite.  Ben Fey era um eterno rebelde, com seus cabelos negros e compridos ao vento, radiava charme e sedução com sua pele cor de marfim, fria como o  mármore e eternamente jovem. Muito apaixonado, forte e veloz, sentia a vibração d e cada célula ao redor. Seu silêncio, seu sorriso, sua voz, seu cheiro,  sua sensibilidade e instinto predador o tornavam o vampiro mais cobiçado pelas fêmeas da mansão Camarilla. No arranha-céu contemplava o poder que recebia pela magnitude lunar, concentrava-se e aguçava cada sentido, mantendo os olhos fechados. Quando de  repente, farejou intensamente um perfume doce e tentador, ouvindo em seguida as batidas apertadas e rápidas de um coração juntamente a uma  respiração ofegante e passos apressados.  Indo até o para-peito do arranha-céu, observou prédio abaixou, no beco escuro, uma nociv...