Célebre devaneio
Amar é tão fácil...
Assim como viver
Amar é doloroso mas até a dor é fácil
Quando se enche o peito de alma e coração
Vesti meu seio com plantas
Invisto em nudez infinita
Cativando o grito do justo
Diante do pálido sistema viril
Hoje, passei horas olhando a lua
Seu semblante me enfeitiça, me deixa a desejar
Que o amor me reencontre
Para que eu me entregue sem me entregar
Então as coisas se encaixam, se completam
E de alguma forma
Sem porque nem comoção
Tudo esta como deveria estar
Ironia, és tão bela quanto imersa
És minha, encravada em pele e osso
Hostil como a ferida velha que ainda sangra
Feiches de ouro tão finito e pasmo
Me trancam em mim
Eu, sou, meu, tu, ele, nós, vós 'uma ova'
Eles que se curvem perante nossa voz
.B'Gio.
.B'Gio.

Então, vamos lá.
ResponderExcluirAchei que tem três poemas em um só.
Três temas que cada um em si daria pano para escrita, mas aqui se misturam e confundem.
"Que o amor me reencontre
Para que eu me entregue sem me entregar"
Antagônico não?
Bjs.
Paixões proibidas causam confusões e antagonismo! rsrsrs bjs
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