Praça da Ilusão

- Vila dos Remédios - Osasco


A praça vazia
O canto instável
Coração partido
Tão dilacerado


O quente tão frio
Amigos, tão falsos
Distantes de mim
São tão denotados


Por que ser assim?
Tão cobra, sem fim...
O teu namorado
O meu serafim
Esqueça de mim
Enquanto eu partir
Lembrarei que um dia
Te amei sem ter fim


Nunca eu terei
Pois tudo te dei
E o meu orgulho
Eu menosprezei


Doente, infeliz
Se jogue em meus pés
Mulher, se tu és
Esconda teu mal


-


Não quero sorrir
Nem quero sentir
Te tenho nas mãos
Não vou assentir


Eu não sou quem sou
Sou mais que tu és
Alguém perdoou?
Não tente ganhar o ódio de quem um dia te amou.


Bea'Gio.

Comentários

  1. Ah... Bê, gosto de quem escreve poesias. Principalmente quando se tem domínio da ferramenta: a palavra. Ao utilizar a redondilha menor pra expressar seu pensamento, e no último verso definir esse pensar, já vejo como um bom caminho pra poetar. Beijão, linda!

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  2. Nossa! Esse veio assim na rima, mas dando o recado.
    Mansinho, cantado e afiado.

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